Geração on demand
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Dom, Jun

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TIPOGRAFIA

Aqui é possível prever reações à la “cadê os pais dessas crianças?”. É o momento do racha, quando muitos criticam e outros se veem como protagonistas daquela situação. Independentemente do lado com o qual você se identifica, é possível encontrar um ponto comum (quatro, na verdade) antes de seguirmos em frente:

Aqui é possível prever reações à la “cadê os pais dessas crianças?”. É o momento do racha, quando muitos criticam e outros se veem como protagonistas daquela situação. Independentemente do lado com o qual você se identifica, é possível encontrar um ponto comum (quatro, na verdade) antes de seguirmos em frente:

1) A internet tem inúmeros pontos positivos, faz parte da rotina das crianças e não há como voltar atrás;

2) Os adultos também foram fisgados pela tecnologia e estão aprendendo a lidar com seus excessos;

3) Crianças precisam de limites. Se não existem, a responsabilidade é dos pais (aquelas mesmas pessoas do segundo item);

4) Entender esses limites e saber como colocá-los em prática não são tarefas simples diante de tanta oferta e transformação - se os pais soubessem o que fazer nessa nova situação, possivelmente o fariam.

Chegamos assim a um desafio bastante complexo, longe das respostas prontas que aparecem logo na primeira página do Google. Para entender sua dimensão, é preciso admitir a porrada entre expectativa e realidade: a expectativa de impor limites, a realidade do mundo on demand.

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Fonte: Tab Uol