Futuro do ensino superior no Brasil passa por inovação e tecnologia
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Ter, Mai

Futuro do ensino superior no Brasil passa por inovação e tecnologia

Futuro do ensino superior no Brasil passa por inovação e tecnologia
Notícias EAD
TIPOGRAFIA

Instituições buscam novas alternativas para o ensino de habilidades humanas e tecnológicas.

Instituições buscam novas alternativas para o ensino de habilidades humanas e tecnológicas.

O ensino superior brasileiro passa por drásticas transformações -- muito por causa da revolução do mundo do trabalho. Se antes as universidades ofereciam cursos tradicionais, até mesmo tecnológicos, como o recém-inaugurado análise de desenvolvimento de sistemas ead, agora elas precisam se preocupar com um futuro distinto para quem não se apossar das novas tecnologias e das transformações do ambiente corporativo.

Segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Brasília e publicado no jornal Folha de S.Paulo, 54 milhões de empregos formais devem desaparecer no país até 2026 por causa da automação de atividades e da inteligência artificial -- e não são apenas tarefas operacionais.

Os empregos formais intelectuais, como o jornalista ou advogado, também podem se modificar nos próximos anos. Nesse cenário de grandes transformações, o ensino superior está investindo em novos métodos de ensino que preparem o estudante para o mercado de trabalho.

Os profissionais de Recursos Humanos procuram não só pessoas com habilidades digitais, como também aquelas com boas relações interpessoais e capacidade de solucionar problemas de forma criativa. A rede profissional corporativa mais famosa do mundo, LinkedIn, divulgou um levantamento sobre as habilidades mais buscadas por empregados em 2019, mostrando que há uma combinação entre competências técnicas e o que as chamadas soft skills -- competências que os robôs não são capazes de automatizar.

As instituições de ensino superior enfrentam um grande desafio em transpor as novas demandas para suas grades curriculares, muitas vezes engessadas. A Foundation for Young Australians (FYA), uma entidade estudantil australiana, recomenda que as universidades trabalhem habilidades digitais e empreendedorismo com os alunos, capacidades consideradas vitais pelo mundo contemporâneo.

Algumas iniciativas no Brasil buscam a combinação de competências humanas e tecnológicas: às chamadas ideias para uma educação 4.0 visam a construção de conhecimentos e habilidades por meio da “vivência”.

Fonte: Divulgação