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Qua, Fev

Educação a distância é a que mais cresce no Brasil, segundo MEC

Notícias EAD

Segundo o Ministério da Educação (MEC), a educação a distância (EaD) é a modalidade de ensino que mais cresceu no país na última década. Uma pesquisa publicada pela entidade revelou que os cursos superiores neste formato, por exemplo, estão se tornando a opção mais comum entre os estudantes universitários brasileiros.

De acordo com os dados, das 3,3 milhões de matrículas que foram realizadas entre os anos 2003 e 2013, 1/3 delas eram cursos a distância. Os números corroboram a pesquisa feita pela Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed), publicada no final do ano passado e que indica a existência 135 mil graduandos e mais 49 mil matriculados em cursos de pós-graduação a distância no Brasil em 2016.

A Abed possui números ainda mais animadores: de 2005 a 2015, o volume de alunos matriculados em graduações a distância no Brasil pulou de 1,1 milhão para 5 milhões - um crescimento significativo de 354%.

“A existência de instituições que têm a possibilidade de oferecer EaD em estados diferentes de sua sede demonstra o quanto a modalidade de educação a distância lhes permite ampliar seu alcance”, diz Marcos Alvares, professor da Uninter, de Santa Catarina.

Além disso, o censo da Abed ainda mostra um crescimento significativo da procura por alunos de cursos técnicos: em 2006, por exemplo, existiam 66 ofertas nesta modalidade oferecido por instituições brasileiras, número que aumentou para 219 no ano passado - o que representa uma expansão de 213% em dez anos.

Para a Abed, “a presença massiva de cursos técnicos e profissionalizantes reforça o valor do EaD para atender a demandas práticas de educação com resultados rápidos e perceptíveis na empregabilidade”.

Entre os benefícios registrados pelos alunos e apontados pelas instituições de ensino no país estão as mensalidades mais baratas, os horários flexíveis, a autonomia nos estudos e a possibilidade de cursar uma universidade sem precisar de deslocamento diário ou mesmo sair de casa.

É o caso do estudante rondoniense Ricardo Marih, de 28 anos, que mora Porto Velho e está concluindo o curso de Contabilidade em uma universidade de São Paulo por meio da modalidade a distância. Ele acredita que jamais teria a qualidade acadêmica que encontrou nas aulas em seu estado natal. “As nossas universidades são ruins. As públicas estão sucateadas e as privadas têm uma qualidade abaixo das que existem no Sudeste. Tenho amigos que se formaram e seguiram trabalhando nos empregos que tinham antes”, finaliza.

Obrigado,
Marcelo Claro

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